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DEVOCIONAL Nº 257 – PERMANEÇA EM TEMPOS DIFÍCEIS (1)

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Permaneça em tempos difíceis. Versículo bíblico “Naquele tempo, muitos irão se escandalizar, trair e odiar uns aos outros...” Mateus 24.10 O sermão escatológico de Jesus, aquele ciclo de mensagens alusivas ao fim dos tempos, que os evangelhos sinóticos registram e que as demais Escrituras do Novo Testamento desenvolvem e aprofundam, alerta-nos para o que, na linguagem paulina, foi denominado de tempos difíceis. Neste cenário, os seres humanos seriam tomados por um desamor muito grande e, até mesmo na igreja, seriam percebidos sinais de decadência e morte. Na linguagem de Jesus, tal como registrada no Evangelho segundo Mateus, vemos que estes tempos difíceis são caracterizados por uma trinca de ações estranhas e contrárias ao espírito do evangelho dentro da própria igreja. Segundo nosso Senhor, muitos irão se escandalizar (1) — a ideia de tropeço, embaraço e afastamento da fé sincera e desprovida de cinismo; (2) trair — a falta de ética permeando as ações dentro da igreja e corrompe...

DEVOCIONAL Nº 256 – NÃO HÁ OUTRO EVANGELHO.

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DEVOCIONAL Nº 256 – NÃO HÁ OUTRO EVANGELHO Versículo bíblico: “Mas  será pregado este evangelho do Reino, para testemunho a todas as nações; então virá o fim.” Mateus 24.14 Neste verso temos uma tríade escatológica: a proclamação do evangelho do Reino, o testemunho do evangelho a todas as nações da terra e o final desta era, culminando com a redenção consumada e a volta gloriosa de Jesus Cristo. Nesta tríade destaca-se a característica do verdadeiro evangelho. Ele é o evangelho, ou boa nova do Reino de Deus, que possui consistência com o Jesus histórico, que pregou, nos sinóticos e João, sobre o Reino de Deus, e a sua vitória sobre o mundo, as trevas e a morte, e o triunfo supremo do Reino de Deus. O genuíno evangelho não pode ser diluído, confundido ou adulterado. Ele consiste nas boas novas de Jesus como o Salvador do mundo e o Redentor dos filhos de Deus. Somente pela cruz de Cristo e por seu sacrifício vicário e substitutivo somos redimidos de nossos pecados, lavados, purifi...

DEVOCIONAL Nº 255 – O EMBATE DA MENTE!

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O EMBATE DA MENTE! Versículo bíblico “Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda-te, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens.” Mateus 16.23 Qual o limite de um diálogo? O da real intenção de mudança e da verdadeira disposição ao aprendizado. No diálogo de Jesus com Pedro, o apóstolo de Cristo e líder do grupo de discípulos se posiciona de forma contundente contra o Senhor. Jesus discerne claramente uma disposição mental ruim e maligna em Pedro, que não aceitava a Palavra de Deus nem o propósito divino que conduziria Cristo à cruz para a redenção dos eleitos. Jesus identifica uma influência maligna em Pedro, que não deixara de ser crente e fiel, mas que inadvertidamente se deixara usar por uma mente mais antiga, cruel e cauterizada. Sem perceber, Pedro se deixara levar por uma sugestão maligna e não estava cogitando, em sua mente, as coisas de Deus, mas sim as maquinações meramente humanas. Onde quer que a mente abandone a...

DEVOCIONAL Nº 254 – O RISCO DAS PALAVRAS (5): INSTABILIDADE

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O RISCO DAS PALAVRAS (5): INSTABILIDADE Versículo bíblico “Os sábios entesouram o conhecimento, mas a boca do insensato é uma destruição repentina.” Provérbios 10.14 Você já jogou xadrez com um pombo? Esta pergunta curiosa me fez lembrar de uma entrevista do músico e escritor Lobão, uma conhecida figura do cenário artístico nacional. Na ocasião, ele, de forma bem-humorada, disse que jogar xadrez com essa ave seria uma tarefa impossível por algumas razões bem óbvias e engraçadas: o pombo não sabe jogar xadrez, o pombo vai derrubar as peças do tabuleiro e o pombo provavelmente vai estufar o peito de maneira altiva, como se estivesse se gabando da vitória. Desta mesma forma se comporta o insensato deste provérbio. O paralelismo deste provérbio apresenta um contraste: enquanto o sábio acumula conhecimento como quem coleciona um tesouro, o insensato, desprovido de sabedoria, é instável e perigoso no que fale. Ninguém sabe o que sairá da boca de um insensato, mas já se pode presumir que virã...

DEVOCIONAL Nº 253 – A VERGONHA NÃO SERÁ O FIM

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DEVOCIONAL Nº 253 – A VERGONHA NÃO SERÁ O FIM Versículo bíblico “Mas o cabelo da sua cabeça começou a crescer de novo, logo depois de rapado.” Juízes 16.22 Esta sentença aparece de forma discreta na narrativa, quase como um sussurro, na história trágica de Sansão. Ele havia pecado gravemente contra o Senhor, quebrado seus votos de nazireu, cedido aos impulsos de sua vontade, confessado os segredos mais preciosos de sua intimidade e força a estranhos e, finalmente derrotado, foi levado por seus inimigos. Estava com os olhos furados e arrastava um pesado tronco de uma roda de moinho. No ápice de sua vergonha, Sansão, sem saber, levava a semente de sua futura redenção. A força de Sansão não estava em seus cabelos como um mero instrumento, mas no Espírito do Senhor, que o consagrara e tinha um propósito inadiável para a sua vida. A sua fraqueza baseava-se no fato de que o Espírito do Senhor havia se retirado dele — perdera sua capacitação especial por um tempo determinado. Creio que há...

DEVOCIONAL Nº 252 – A ESPERANÇA ESTÁ ACIMA

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252 – A ESPERANÇA ESTÁ ACIMA. “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima”. Lucas 21.28 Pare e pense, por um momento. Este mundo está agitado? A Bíblia fala que este mundo é como um mar agitado pela fúria das ondas. E uma rápida análise dos acontecimentos aponta para este fato. Quando o assunto é escatologia, aquela doutrina sobre as últimas coisas, os fatos concernentes aos tempos do fim, incorremos em dois riscos: o alarmismo paralisante, que busca enxergar profecias em cada acontecimento, e a indiferença às profecias e à esperança final. Deveríamos substituir estas duas abordagens por uma vigilância esperançosa, que consiste na certeza de que Deus está à frente da história e que a nossa esperança não está no fluxo dos acontecimentos deste mundo cambaleante, mas na grande promessa de redenção final. No seu famoso sermão escatológico, Jesus aponta para sinais que antecederiam a sua volta gloriosa e a redenção do mu...

DEVOCIONAL Nº 251 – ALEGRIA DA ADORAÇÃO COMUNITÁRIA

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DEVOCIONAL Nº 251 – ALEGRIA DA ADORAÇÃO COMUNITÁRIA Versículo bíblico “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor !” Salmo 122.1 Quando foi a última vez que você se sentiu alegre no ambiente de culto ou em meio à comunidade do povo de Deu s? Neste salmo, que é um dos cânticos de romagem, Davi se rejubila — alegra-se intensamente — com o fato de que está a caminho do templo para a adoração comunitária . Sabemos que existe uma transposição histórica, teológica, cultural e até litúrgica nessa afirmação. Não estamos na antiga teocracia de Israel , sob a lei mosaica , nem com um templo no sentido veterotestamentário , e estamos muito distantes do período da monarquia unida no antigo Israel ; na verdade, cerca de três mil anos já se passaram desde que este cântico veio à luz. Mas uma ideia transcende e ultrapassa todas essas barreiras: o caráter genuíno da verdadeira adoração , que não é regida por uma simples estrutura litúrgica, mas por um coração totalmente consagrado a De...

DEVOCIONAL Nº 250 – FRUTOS

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DEVOCIONAL Nº 250 – FRUTOS Versículo bíblico “...e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça.” João 15.16 Um dos maiores elogios ministeriais que recebi foi lacônico e vindo de alguém que considero muito. Um pastor com quem trabalhei por cerca de dez anos me disse, no prefácio de um livro de sua autoria, que o meu ministério era frutífero. Frutificar é uma metáfora bíblica para a entrega de resultados de vida, caráter e maturidade. O resultado da obra santificadora na vida do cristão é chamado de fruto do Espírito. O Salmo primeiro fala sobre o fruto de uma vida piedosa alimentada pela Lei do Senhor. O fruto do trabalho é o resultado de vários momentos de dedicação fiel e constante. Até mesmo o mal traz os seus frutos, indesejáveis e cruéis. Jesus diz que o resultado da eleição e do relacionamento vital com ele, a videira verdadeira, é uma designação para que demos frutos — e frutos permanentes. John Bunyan, o grande líder puritano e escritor da mais conhe...

DEVOCIONAL Nº 249 – A FÉ DO CENTURIÃO

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DEVOCIONAL Nº 249 – A FÉ DO CENTURIÃO Versículo bíblico “Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo. Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.” Mateus 8.7–8 Mateus 8.5–13 registra que a fé e o ministério de Jesus transbordavam para além das fronteiras do judaísmo tradicional. Um oficial romano, um centurião, foi um notável exemplo de fé e piedade, tendo recebido aprovação pública de Jesus. Este homem, forjado sob a força e a disciplina do maior empreendimento militar do mundo, não se valia da força para oprimir os seus servos, nem da dominação política e militar para oprimir a comunidade judaica sob o domínio romano. Antes, era um homem disposto a buscar a Jesus não para clamar por si, mas por um servo ( país ,  doulos , escravo) a quem ele muito estimava. Lucas ainda registra que este homem era amigo do povo e havia ofertado liberalmente para a construção da sinagoga (Lucas 7.1–10), uma possí...

DEVOCIONAL Nº 248 – DÊ UMA CHANCE À PAZ

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DEVOCIONAL Nº 248 – DÊ UMA CHANCE À PAZ Versículo bíblico “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” Mateus 5.9 O que é um pacificador? Sempre que tenho oportunidade, respondo essa pergunta de uma forma bem-humorada: “Pacificador é uma pessoa que entra no meio de uma briga e apanha dos dois lados!”. Nesta passagem conhecida do Sermão do Monte, aprendemos que o pacificador é aquele que se empenha pela paz e busca a conciliação. Nestes tempos turbulentos, em que brigamos por qualquer coisa, nos desconhecemos e nos ressentimos facilmente, é importante recordar de que Espírito somos. O evangelho é uma palavra reconciliadora. Deus, por meio dele, reconcilia o mundo consigo pelo poder do Filho de Deus, Jesus. No sacrifício do seu sangue, ele nos trouxe a paz. Jesus é a paz de Deus. Uma paz que o mundo não conheceu, mas que todo aquele que a desfruta depõe as armas, alça as mãos aos céus e louva aquele que vive pelos séculos dos séculos e que nos trouxe a redenç...

DEVOCIONAL Nº 247 – O VALOR DA REGULARIDADE

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DEVOCIONAL Nº 247 – O VALOR DA REGULARIDADE Versículo bíblico “O pão nosso, dá-nos hoje.” Mateus 6.11 Existe muita sabedoria no Pai Nosso, a oração ensinada por Jesus. Nesta petição, somos conduzidos a reconhecer o valor da provisão confiada a Deus no tempo presente, concedida pelo Senhor àqueles que dependem de sua bondade benevolente. Ecoam aqui o episódio do maná no deserto, em que o povo aprendia a confiar em Deus dia após dia, e a oração de Agur, o sábio que pediu não abundância nem miséria, mas apenas o necessário para viver (Êx 16.4; Pv 30.8–9). Também merece destaque o uso do plural na petição — o pão nosso — que aponta para o sentido comunitário da provisão e para a corresponsabilidade com a família da fé, livrando-nos do egocentrismo e da autossuficiência. Contudo, hoje gostaria de destacar a expressão “hoje”. Ela nos lembra do valor da regularidade. Embora o texto não fale explicitamente em “cada dia”, o pedido feito no presente revela uma pedagogia espiritual: Deus nos ensi...

DEVOCIONAL Nº 246 – A ARTE DE DIZER NÃO

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DEVOCIONAL Nº 246 – A ARTE DE DIZER NÃO Versículo bíblico “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar.” Daniel 1.8 Lembro-me de ter participado de um podcast sobre liderança durante a pandemia, cujo tema foi “A arte de dizer não”. Nesse podcast, mencionei que a recusa a determinados projetos, realidades e situações é fruto da maturidade, do reconhecimento das impossibilidades e inconveniências, da expressão da firmeza moral e do foco no propósito para o qual fomos chamados. Dizer não é uma arte, um dever e um privilégio. Ainda que a convicção seja malvista numa sociedade pluralista, é necessário ter firme resolução. Existe o não que é moral, que recusa ceder no imperativo ético; o não que é circunstancial, que recusa um lugar que não é para nós; e existe o não que é resolutivo, fruto da compreensão de quem somos e do que devemos fazer....

DEVOCIONAL Nº 245 – O RISCO DAS PALAVRAS (4): PRECIPITAÇÃO

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DEVOCIONAL Nº 245 – O RISCO DAS PALAVRAS (4): PRECIPITAÇÃO Versículo bíblico “Tens visto alguém precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o insensato do que para ele.” Provérbios 29.20 Este provérbio traz uma lição preciosa, dura e necessária. A fala apressada é desastrosa. Muitas pessoas falam antes de pensar, ou pensam enquanto falam, o que é um grande equívoco. Lembro-me do meu pai me repreendendo neste particular: “Calma, Júnior! Respira!”. Ele costumava dizer isso sempre que eu, como um tagarela esbaforido, falava sem grande preocupação. Essa característica expressava uma forte tendência à ansiedade, e o domínio próprio que vem com a vida cristã — aliado a algumas experiências amargas — foi o corretivo necessário para que eu respirasse, pensasse e me tornasse mais cauteloso em minhas reflexões. Existe risco nas palavras, e a precipitação é um equívoco com custo elevado. A segunda parte do provérbio traz o complemento: “maior esperança há para o insensato do que pa...

DEVOCIONAL Nº 244 – O RISCO DAS PALAVRAS (3): MORTE E VIDA

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  DEVOCIONAL Nº 244 – O RISCO DAS PALAVRAS (3): MORTE E VIDA Versículo bíblico “A morte e a vida estão no poder da língua; quem bem a utiliza come do seu fruto.” Provérbios 18.21 Este provérbio apresenta uma sentença de grande valor. Palavras podem ser vetores de vida ou de morte. Palavras bem colocadas, verdadeiras e sábias costumam pavimentar processos de vida, maturação de caráter e renovação da esperança e da fé. Palavras ruins, de desestabilização, engano e morte, podem gerar o oposto, sendo instrumentos de destruição psíquica, afetiva e emocional. A vida e a morte estão no poder da língua, diz o autor de Provérbios. A segunda parte deste provérbio não é menos relevante, pois aprendemos que existe enorme valor na comunicação eficaz e nas palavras sábias, fiéis e verdadeiras, ditas no tempo e no modo adequados. Na Antiguidade, os sábios eram conselheiros dos reis, e a literatura sapiencial era valorizada como um tesouro de profundo valor. O próprio livro de Provérbios, e o ...

DEVOCIONAL 243 - FORÇA PARA RECOMEÇAR

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  DEVOCIONAL Nº 243 – Força para recomeçar   Versículo bíblico “Simão, Simão, Satanás pediu vocês para peneirá-los como trigo. Mas eu orei por você, para que a sua fé não desfaleça. E, quando você se converter, fortaleça os seus irmãos.” Lucas 22.31–32 Este é um dos episódios mais marcantes dos Sinóticos, pois ele revela de forma dramática o arco de queda e restauração do apóstolo Pedro. Pedro, o líder do grupo de discípulos, teria uma crise aguda e dramática, vinculada aos acontecimentos iminentes da paixão de Cristo. Jesus alerta sobre sua queda iminente e revela um transfundo espiritual nessas circunstâncias. Satanás, como agente da tentação externa, colocaria o apóstolo em uma situação de negação de Cristo. À semelhança dos grãos, ele passaria pela peneira, joeirado pelo tentador de nossas almas. Contudo, e aqui está a esperança: a queda não seria o final desta história. Jesus intercedeu por Pedro; ele foi preservado em sua fé. À frente, ele teria genuíno arrepen...

DEVOCIONAL 242 - VALOR INABALÁVEL

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DEVOCIONAL Nº 242 – Valor inabalável Versículo bíblico “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” 1 João 5.4 Pedro, antes de negar a Jesus, recebeu uma advertência do Senhor: “Satanás vos requereu para peneirar-vos como trigo; eu, porém, orei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (Lucas 22.31–32). Ao meditar nessa passagem, perguntei-me por que a oração intercessória de Jesus foi tão específica quanto à preservação da fé do apóstolo Pedro. A razão é simples, e João nos esclarece: a fé é um bem de valor inabalável. Ela é a nossa vitória contra o mundo — este sistema de valores corrompidos — e, se for preservada, tudo o que é de valor eterno pode ser reconstruído. Foi assim com Pedro, Jó, Davi e com todos os servos de Deus que experimentaram uma conexão real e profunda com o Senhor. Por que a fé é um bem de valor inabalável? Porque ela resiste a todas as perdas. (1) A perda das riquezas não é um problema incontornável se a fé...

DEVOCIONAL 241 - COMPLETANDO A CARREIRA

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DEVOCIONAL Nº 241 – Completando a carreira Versículo bíblico “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.” Atos 20.24 Lembro-me de ouvir do Dr. Russell Shedd, em uma de suas preleções em Cuiabá — numa igreja em que fui pastor — que o que mais o impressionava não era o início midiático e destacado de alguns ministérios, mas a maneira como eles finalizavam depois de uma longa e dedicada carreira. Nesta semana, estive refletindo sobre a crise do chamado “circuito evangélico”: líderes que ditavam tendências em congressos, eventos, mídias e editoras cristãs e que hoje se encontram em declínio, em desvio ou afastados do ministério — e, em alguns casos, até da ortodoxia cristã. Gente que começou bem, mas que, com o passar do tempo, acabou em queda. O apóstolo Paulo tem seu testemunho registrado de forma inspirada pelo evangelista Lucas, médico e historiad...

DEVOCIONAL 240 - FORTALEZA NA ANGÚSTIA

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DEVOCIONAL Nº 240 – Fortaleza na angústia Versículo bíblico “O SENHOR é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nele se refugiam.” Naum 1.7 O profeta Naum, chamado por Deus para proferir duras palavras de juízo contra Nínive, a grande cidade conhecida por suas ações de crueldade, logo na introdução de sua sentença faz um contraponto entre os que esperam e se refugiam no Senhor e os que oprimem e são cruéis. O juízo de Deus contra os perversos não significa maldade divina; antes, suas ações são intervenções para quebrar o jugo opressor dos maus, uma manifestação de sua graça e justiça. Este verso destaca três aspectos dessa intervenção divina e de seu fundamento teológico. Em primeiro lugar, revela a bondade de Deus : o caráter do Senhor é bom e, mesmo quando age de modo enérgico, nunca devemos pôr em dúvida seu amor paternal. Em segundo lugar, evidencia a proteção de Deus , que se manifesta como fortaleza no dia da angústia. Muitos têm erroneamente considerado a angústi...

DEVOCIONAL - CDBC 107 - "PAI NOSSO: DOXOLOGIA."

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CDBC - COMENTÁRIO DEVOCIONAL DO BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER. Pergunta 107: Que nos ensina a conclusão da Oração Dominical? Resposta: A conclusão da Oração Dominical , que é: “Porque Teu é o reino, o poder e a glória, para sempre. Amém”, ensina-nos que na oração devemos confiar somente em Deus e louvá-lo, atribuindo-Lhe o reino, o poder e a glória. E, em testemunho do nosso desejo e certeza de sermos ouvidos, dizemos: Amém. Ref. Dn 9.18-19 ; Fp 4.6 ; 1Cr 29.11-13 ; 1Co 14.16 ; Ap 22.20-21 . “Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não te retardes, por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome.” Comentário: Estamos na última pergunta do Breve Catecismo. E nela med...

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