DEVOCIONAL Nº 251 – ALEGRIA DA ADORAÇÃO COMUNITÁRIA
DEVOCIONAL Nº 251 – ALEGRIA DA ADORAÇÃO COMUNITÁRIA
Quando foi a última vez que você se sentiu alegre no ambiente de culto ou em meio à comunidade do povo de Deus? Neste salmo, que é um dos cânticos de romagem, Davi se rejubila — alegra-se intensamente — com o fato de que está a caminho do templo para a adoração comunitária. Sabemos que existe uma transposição histórica, teológica, cultural e até litúrgica nessa afirmação. Não estamos na antiga teocracia de Israel, sob a lei mosaica, nem com um templo no sentido veterotestamentário, e estamos muito distantes do período da monarquia unida no antigo Israel; na verdade, cerca de três mil anos já se passaram desde que este cântico veio à luz. Mas uma ideia transcende e ultrapassa todas essas barreiras: o caráter genuíno da verdadeira adoração, que não é regida por uma simples estrutura litúrgica, mas por um coração totalmente consagrado a Deus e que verdadeiramente se importa com a vida comunitária.
O que podemos dizer sobre a alegria do salmista? (1) É uma alegria pessoal e intensa. Davi expressa júbilo, alegria genuína e verdadeira. O culto é uma expressão de sua vida, a razão que dá sentido e realização a tudo o que ele faz e define a identidade do fiel. (2) É uma alegria comunitária. Essa alegria não se restringe ao salmista como um adorador individualista; ele se alegra por fazer parte da comunidade da aliança e por estar em meio ao povo de Deus na adoração comunitária. (3) É uma alegria teorreferente. Casa do Senhor. Havia uma referência geográfica na antiga adoração — o local de culto, o templo de Jerusalém, o tabernáculo —, mas, mais importante que isso, o Deus da aliança é o único e verdadeiro Deus e a razão de ser de toda a comunidade. Não estamos mais geograficamente limitados, como o próprio Jesus revelou, mas os verdadeiros adoradores têm no Deus triúno, revelado por meio do evangelho, a sua referência de vida, caminho e adoração. Você tem se alegrado na comunhão do povo de Deus?
