DEVOCIONAL Nº 245 – O RISCO DAS PALAVRAS (4): PRECIPITAÇÃO
DEVOCIONAL Nº 245 – O RISCO DAS PALAVRAS (4): PRECIPITAÇÃO
Este provérbio traz uma lição preciosa, dura e necessária. A fala apressada é desastrosa. Muitas pessoas falam antes de pensar, ou pensam enquanto falam, o que é um grande equívoco. Lembro-me do meu pai me repreendendo neste particular: “Calma, Júnior! Respira!”. Ele costumava dizer isso sempre que eu, como um tagarela esbaforido, falava sem grande preocupação.
Essa característica expressava uma forte tendência à ansiedade, e o domínio próprio que vem com a vida cristã — aliado a algumas experiências amargas — foi o corretivo necessário para que eu respirasse, pensasse e me tornasse mais cauteloso em minhas reflexões. Existe risco nas palavras, e a precipitação é um equívoco com custo elevado. A segunda parte do provérbio traz o complemento: “maior esperança há para o insensato do que para ele”. Com essa segunda linha do provérbio, aprendemos que até mesmo pessoas inteligentes e sábias podem tropeçar se forem precipitadas nas suas palavras.
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