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DEVOCIONAL - PDE 55 EM MEMÓRIA DE MIM.

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55-Em memória de mim! E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós. Lucas 2219-20 Como afirma a estudiosa Judith Valenza, em toda a escritura encontramos um fio escarlate que representa o sangue de Cristo, trata-se de uma tipologia salvífica, de uma mesma promessa de redenção por meio do sangue e de uma representação antecipada da cruz. No Éden, nossos pais foram vestidos com roupas de pele de animais, para cobrir a sua nudez (pecado), era o primeiro sacrifício. No alto do monte Moriá, um cordeiro foi a provisão de Deus que impediu um hediondo sacrifício, assim Abraão e Isaque, voltaram juntos para casa! Na Páscoa, o sangue de um cordeiro aspergido nas soleiras das portas dos lares israelitas, desviou a ira do Anjo Destruidor, que visitou o Egito naquela noite de ...

DEVOCIONAL - PDE 54 PALAVRA DE ESPERANÇA.

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54-Getsêmani. Então chegaram a um lugar chamado Getsêmani, e disse Jesus a seus discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto eu oro. Marcos 14.32 E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e pondo-se de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres afasta de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua. Lucas 22.41-42 Na quarta-feira da semana santa, na Europa, numa antiga tradição medieval, os cristãos tinham o costume de celebrar um rito denominado “ofício das trevas”. Neste rito, as luzes de velas das igrejas eram gradualmente apagadas, até que o templo ficasse totalmente escuro, este rito expressava a dor, o abandono e o sofrimento decorrentes da morte de Cristo, bem como o seu significado para toda a criação. Era uma antecipação da sexta-feira da Paixão, e significava uma reflexão prolongada sobre o significado da morte de Jesus. Depois da Ceia, enquanto Judas, o traidor, dirige-se aos principais dos sacerdotes com o propósito de entrega-lo, Jesus ...

DEVOCIONAL - PDE 53 A MALDIÇÃO DA FIGUEIRA.

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53- A maldição da figueira. “e, avistando uma figueira à beira do caminho, dela se aproximou, e não achou nela senão folhas somente; e disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente.” Mateus 21.19 Nesta passagem, somos informados que Jesus ao sair de Betânia, em direção a Jerusalém, na beira do caminho depara-se com uma figueira vistosa, cheia de folhas, mas, desprovida de frutos. Jesus ao aproximar-se dela, e diante dos seus discípulos amaldiçoa a figueira que seca imediatamente, em uma manifestação sobrenatural do poder de Deus. Este ato de Jesus ultrapassa, a mera frustração ocasionada pela fome devido à ausência de frutos; pois sabemos que não era nem mesmo, a época principal para os figos! O mais provável é que Cristo, por meio deste evento sobrenatural, estivesse ensinando aos seus discípulos, verdades de valor permanente. Fritz Rienecker, vê neste milagre um duplo objetivo: Um ato profético sobre o destino de Jerusalém e um milagre indicativo...

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